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Jaguar in Pantanal - No rastro de uma pegada
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Onça-pintada - Jaguar - Na Fazenda San Francisco - Pantanal do Miranda MS
No rastro da onça-pintada - following the jaguar in the Pantanal
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30/03/2009 - 08h51

No rastro de uma pegada

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A ânsia em descobrir o felino dono de uma pegada deixada na Reserva Biológica Estadual do Aguaí, na Serra Geral, deu início a um surpreendente estudo no Sul do Estado. O resultado de cerca de dois anos de pesquisas revelou uma riqueza de mamíferos e um inventário de animais que nem mesmo comunidades próximas à área tinham conhecimento.

A pegada encontrada em 2005 pelo montanhista José Carlos dos Santos Júnior foi o primeiro passo para ele e a bióloga Micheli Ribeiro Luiz darem início ao Projeto Felinos do Aguaí. A dúvida se a marca seria de uma onça pintada ou de um puma (leão baio) foi suficiente para eles começarem o mapeamento em aproximadamente 7.672 hectares de mata (cerca de 10 campos de futebol).

A área analisada abrange os municípios de Treviso, Siderópolis, Nova Veneza e o limite a oeste com Bom Jardim da Serra, na Serra Catarinense. O desafio dos pesquisadores é conseguir catalogar as espécies e promover uma convivência mais harmoniosa entre comunidade e animais com o objetivo de evitar a caça predatória e a consequente extinção.

Conforme os pesquisadores, os felinos estão no topo dessa cadeia alimentar e são essenciais à manutenção e ao equilíbrio desse ecossistema.

– Nos preocupa a caça predatória a essas espécies em razão de ataques a animais domésticos. Como em Bom Jardim da Serra, onde as ovelhas estavam sendo atacadas pelos felinos por falta de comida. Por consequência, esse predador era caçado pelo homem. A redução da cadeia alimentar acontece devido a mudanças de hábitos das espécies – esclarece Micheli.

Genética dos animais também é avaliada

Na etapa inicial do estudo, realizada entre os anos de 2006 e 2008, foram catalogadas 10 espécies de mamíferos de médio e grande porte na reserva e descobertos animais como tatu, cateto, irara, gato do mato pequeno e gato-maracajá.

Agora, a intenção é “afunilar” as pesquisas. A segunda parte dos trabalhos foi retomada em janeiro deste ano e se intensifica na Serra. A área de estudos se amplia, e o estado de conservação genética dos animais também será avaliado.

Desde o início, as Empresas Rio Deserto patrocinam o projeto Felinos do Aguaí. Todos os anos são investidos R$ 14 mil nas pesquisas. A intenção da mineradora é estender os estudos. Conforme a analista de marrketing, Priscila De Stefani, o objetivo é reverter os danos causados – direta e indiretamente – pela mineração na Região Carbonífera.

ana.cardoso@diario.com.br

ANA PAULA CARDOSO | Criciúma


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